Welcome to my life, welcome to my blog

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

♪ Se tudo fosse fácil

Antes de cuspir no prato que comeu. Lembre-se, fome não dá só uma vez. (Desconhecido)
 
♪ Se tudo fosse fácil,
Mandaria a saudade embora
Estaria te odiando agora
Como se fosse fácil apagar você de mim

Saudade eu tenho toda hora
Que você me vem na memória
Eu penso 24 horas em você
Estou sem tempo pra te esquecer

Mas se tiver que me deixar, vai deixando devagar
Deixa eu me acostumar com a sua ausência ♫
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Nem tudo é o que parece!

Então.... a família perfeita, imaculada e super unida não é mais tão perfeita e muito menos unida assim... pois é as pessoas costumam ter inveja da união dos Solano Nogueira... bem minha gente a coisa não é nem de longe o que pare... os irmãos podem até ser unidos, mais os netos não são mais assim.
Só essa semana foram pelo menos três brigas no grupo do whats app... a primeira uma acusação de roubo a um dos integrantes da família... pois é a pessoa se queimou toda por conta de simples R$ 40,00 que merda heim ? a segunda foi uma briga boba por conta de fotos e vídeos postados no grupo... todos maiores de idade que fazem coisas absurdas e falam... deram para se julgar pessoas puritanas... foi uma hipocrisia sem fim! a terceira e ultima briga foi por conta de fotos em momentos íntimos de bebedeira de algumas pessoas da família....
e devido as brigas toda briga saia alguém do grupo... na primeira sairam duas pessoas... na terceira sairam mais cinco pessoas... e bem na ultima ? o grupo foi excluido...
enfim família cada vez mais desunida quero só ver quais serão os motivos das proximas brigas =)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Recapitulando 2013

Como um todo acredito que 2013 é um ano que eu jamais gostaria que se repetisse;

Comecei o ano saindo de um relacionamento que pode-se dizer foi o que me salvou no ano de 2012... pouco tempo depois engatei um namoro novo, que não era bem um namoro mais tinha esse rótulo, bem botei chifre, levei chifre... enfim  viajei para Camocim, pouco tempo depois terminei o namoro mais continuei ficando... fumei muito, experimentei  maconha, viajei pra praia...o Thiago foi morar em Brasília,  duas semanas depois viajei pra São Paulo... fiquei com a menina que eu tanto sonhei e esperei desde 2008,  enfim algumas semanas depois a gente já nem se falava mais ^^ , encontrei algumas pessoas que me levavam para um caminho sem volta, só que parei de andar no meio do caminho graças a Deus; meus pais descobriram, e então dia após dia eu luto agora para reerguer a confiança deles novamente.... meu irmão passou no concurso da Defensoria Pública de Brasília, comprei passagens para ir para Brasília no começo de Março do próximo ano...  houve brigas internas na família do meu pai.. enfim; tirando o concurso do Filipe o ano foi podre... fim de ano vai ser bem diferente.... Reveion em Petrolina/Pernambuco... vamos ver como vai ser;


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

É preciso dizer adeus

Quando o outro deixa de ser ator com quem se contracena e se transforma em parte do cenário? Quando um passa a se lembrar só do que o outro esquece? Quando o outro presta atenção só no que o um deixa de fazer?

 Por mais que a gente tente e insista, por mais que a gente queira e se esforce, tem horas que as coisas deixam de se desenvolver. O relacionamento empaca e nos vemos em uma espécie de beco sem saída emocional. Sabemos que as coisas não estão tão boas como antes. Reconhecemos o desgaste. Percebemos o afrouxamento dos laços. E o que fazemos? Nada. Seja por comodismo ou medo de ficarmos sozinhos.

Talvez, este seja um dos estados mais perigosos que um relacionamento pode alcançar. Porque não o encaramos como uma crise. Porque, ao invés de percebermos que algo vai mal, dispararmos todos os alarmes que existem dentro de nós e partirmos para o ataque em busca de uma solução para o problema, vemos esse “banho maria” como uma etapa natural da relação. “É normal as coisas esfriarem depois de um tempo”. Normal uma ova. Como diria a Dira Paes naquele comercial de iogurte para quem tem problema para ir ao banheiro, 'normal é sentir-se bem'.

Nunca é fácil terminar um relacionamento. Além do medo da solidão, fica sempre aquela sensação de fracasso, de incompetência para a vida. Por isso, muita gente resiste na hora de colocar um ponto final em uma história que já perdeu o fôlego ou que não conseguiu se reinventar. Sei lá, mas tenho a impressão que as pessoas abrem mão da grande felicidade para não correr o risco de sentirem a grande tristeza.

Acho que a palavra-chave aqui seja reinvenção. Somos mutáveis. Nascemos para sermos diferentes a cada dia. Como um quebra-cabeça no qual se adicionam novas peças o tempo todo. Manter-se em um relacionamento estático, que não pulsa, e vibra, e se transforma na medida em vamos nos tornando outras coisas é contrário a nossa natureza. É como andar por aí arrastando uma bola de ferro presa aos nossos calcanhares, justamente quando a elação deveria ser um trampolim que nos joga para o alto, o corrimão que nos dá alguma segurança quando estamos lá em cima e a rede de proteção que nos protege caso a gente caia.

Nem tudo nasceu para ser eterno. Eu diria que nada foi feito para durar para sempre, mas isso só reforçaria a fama de pessoa amarga e descrente que tem recaído sobre mim ultimamente e que não condiz com a realidade.

Precisamos parar de encarar o fim como uma derrota e começar a percebê-lo como parte do processo. Mesmo os casais que passam a vida toda juntos se separam quando um deles morre. A separação nada mais é do que a morte de dois amantes que renascerão para novas relações. Não é o fim do mundo. É o fim da história de vocês. Não, não é nem o fim de uma história. É o começo de outra.

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